4/24/2007

Ainda bem que o pior não aconteceu.


Eusébio, de 65 anos, sofreu aquilo a que os médicos chamam um acidente isquímico transitório é por outras palavras: parte do cérebro, segundo o professor Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, esteve durante alguns minutos sem receber sangue. Se a quebra de irrigação sanguínea se prolongasse por mais de meia hora o melhor jogador português de todos os tempos corria sério risco de sofrer um grave acidente vascular cerebral (trombose).